domingo, 22 de novembro de 2009

Dia da Consciência Negra e o filme “Faça a Coisa Certa”.

1) Existe racismo no Brasil?

Sim, e muito infelismente. É inacreditável como depois de tanto tempo, as pessoas continuam com a mente tão pequena e vazia com a idéia de que os negros não são capazes de absolutamente nada.

2) De que forma este racismo se expressa?

Não só aqui no Brasil, mas também ao redor do mundo, em escolas, no trabalho, nas ruas, etc... Ele sempre existiu, existe e nós torcemos para que ele nunca mais exista.

3) Faça um paralelo entre o racismo nos EUA e o racismo no Brasil.

Eu acredito que lá os negros são bem mais valorizados, dentro dos esportes, na mídia, na música, etc. principalmente. O que não impeça que lá também exista racismo. No Brasil, são inúmeros os cantores, artistas, esportistas, etc. negros de enorme sucesso mas que muitas pessoas não dão valor por exatamente serem de outra raça.

4) Faça um relatório de no mínimo 20 linhas sobre o filme, terminando com uma conclusão.

Sinopse - Relatório / Conclusão

Sal (Danny Aiello), um ítalo-americano, é dono de uma pizzaria em Bedford-Stuyvesant, Brooklyn, (lá também há um armazém cujos donos são coreanos). Com predominância de negros e latinos, é uma das áreas mais pobres de Nova York. Sal é um cara boa praça, que comanda a pizzaria juntamente com Vito (Richard Edson) e Pino (John Turturro), seus filhos, além de ser ajudado por Mookie (Spike Lee), um funcionário. Sal cultua decorar seu estabelecimento com fotografias de ídolos ítalo-americanos dos esportes e do cinema, o que desagrada sua freguesia. No dia mais quente do ano, Buggin' Out (Giancarlo Esposito), o ativista local, vai até lá para comer uma fatia de pizza e se desentende com Sal por não existirem negros na "Parede da Fama" dele. Sal retruca dizendo que esta parede é só para ítalo-americanos e se Buggin' Out quer ver fotos dos "irmãos" que abra sua própria pizzaria. Notando que não vê nenhum italiano para proteger Sal, Buggin passa o resto do dia tentando organizar um boicote contra a pizzaria. Este incidente trivial é o ponto de partida para um efeito dominó, que vai gerar vários problemas. Um desentendimento com Mookie o leva a enfrentar uma série de mal-entendidos, que resultam em pancadaria. A polícia chega ao local e acaba matando um dos fregueses, transformando a confusão em tragédia.

Com certeza o Racismo é o que muitos dizem e eu concordo :

É o fim da Essência Humana.
O Alicerce da Intolerância.

Delirio Supremo de uma mente insana. E Simplesmente não Deveria Existir.





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domingo, 15 de novembro de 2009


História do Dinheiro

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o ESCAMBO, simples troca de mercadoria por mercadoria.Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas e, aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as MOEDAS-MERCADORIAS. O gado e o sal deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário. Até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado), derivadas da palavra latina “pecus” (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim “capita” (cabeça). A palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados. Com o passar do tempo, as mercadorias tornaram-se inconvenientes às transações comerciais, em virtude da oscilação de seu valor, assim como pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.

Moedas antigas

Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor. São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro. As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. Pelas impressões encontradas nas moedas, conhecemos, hoje, a efígie de personalidades de há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C. A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares. Não eram, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.

Ouro, prata e cobre

Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego desses metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de Astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, assim como entre a prata e a Lua, fazendo surgir a crença no poder mágico desses metais e no dos objetos com eles confeccionados. A cunhagem de moedas em ouro e prata manteve-se durante muitos séculos. As peças eram garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda contendo vinte gramas de ouro era trocada por mercadorias nesse mesmo valor. Durante muitos séculos, os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor e reservaram a prata e o cobre para os valores menores. Esses sistemas mantiveram-se até o final do século XIX, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados. A moeda passou a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, independentemente do metal nela contido. Com o advento do papel-moeda, a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Com essa nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.

Padrão-ouro

O padrão-ouro surgiu desde o tempo do domínio do mercado mundial pelos genoveses, por volta de 1140. O padrão-ouro foi estabelecido como tipo básico de moeda e a forma para adquirir-se mercadorias (“Ouro: sua história, seus encantos, seu valores”. Rio de Janeiro: Salamandra, 1997). O ouro na forma de moeda chegou à Europa no século XI, por intermédio da invasão dos muçulmanos na Espanha. No século XIII, Florença, Gênova e Veneza passaram a cunhar moedas de ouro. No século XIV, a Inglaterra e a França também cunharam o ouro e o uso desse metal na forma de moeda generalizou-se no mundo ocidental. O Brasil ingressou no sistema padrão-ouro com a sua adesão ao FMI em 14 jul. 1948. A participação brasileira correspondeu a quotas no total de US$ 150 milhões. Em pagamento de parte dessa participação, o Brasil remeteu 33 toneladas de ouro ao FMI. Na vigência do regime da paridade do cruzeiro com o ouro (cruzeiro-ouro), o cruzeiro correspondia a 0,0480363 gramas de ouro fino, observa Francisco Adalberto Nóbrega, subprocurador-geral da República, autor de “Da moeda ao ativo financeiro: uma leitura jurídica do ouro” (Brasília: Brasília Jurídica, 2004). O Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma entidade não governamental, criada em 1945, com os objetivos de: promover cooperação monetária internacional; facilitar a expansão e o crescimento balanceado do comércio internacional; promover estabilidade cambial; ajudar na obtenção de recursos multilaterais; prover seus membros de recursos durante períodos de dificuldades; diminuir o desequilíbrio na balança de pagamento dos países-membros. Em 1971, os EUA desvincularam o dólar do ouro e dólar passou a ter a confiança como único lastro.

Moeda de papel

Na Idade Média, surgiu o costume de guardarem-se os valores com um ourives, negociante de objetos de ouro e prata. O ourives, como garantia, entregava um recibo e, com o tempo, os recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos. A circulação de mão em mão dos recibos deu origem à moeda de papel. No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como fazemos hoje com os cheques. Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas. Eles controlam as falsificações e garantem o poder de pagamento. Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas. A moeda de papel evoluiu em relação à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão capazes de dar ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

A história do dinheiro no mundo / A história do dinheiro no Brasil

O dinheiro é utilizado compra de mercadoria, sendo na forma de moedas ou notas. Antigamente não se utilizava o dinheiro, pois era tudo na base da troca, que recebia o nome de “escambo”.

A historia do dinheiro é muito antiga hoje tem a forma de cédulas, cheques, moeda, pois antigamente era na base de objetos ouro entre outros. Cada país possui um monopólio sobre sua emissão, no Brasil é o “Real”, nos E.U.A é o “Dólar”, apesar de que o dólar pode ser utilizado em todos os países, mais nem todos os tipos de dinheiro pode ser usado em outros países, só nos de origem. Mas também tem alguns atributos que pode ser utilizados como dinheiro, como por exemplo: vales, passes, cupons e outros. Foi na China que apareceu o primeiro dinheiro de papel, que depois foi generalizado para outros países. Mas hoje ficou muito melhor, pois é mais fácil e prático!


Conclusão :

As pessoas quase sempre dizem que o dinheiro não é a base de tudo etc... Mas por um lado é sim. Para vivermos dentro de uma sociedade, é enorme sua importancia, pois sem eles não compramos nada...

Bibliografia :

http://www.blogbrasil.com.br/historia-do-dinheiro-do-mundo-inteiro/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro


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"Solano, vento forte da África"

De todos os escritores negros, ligados à coletividade negra brasileira, o que deixou presença mais forte foi Solano Trindade. Foi o primeiro a escrever, com especificidade, para negros, naquele tempo. Pagou o preço disso, e como!

Solano Trindade era poeta, pintor, teatrólogo, ator e folclorista. Nasceu no dia 24 de julho de 1908, no bairro de São José, no Recife, capital de Pernambuco. Era filho de Manuel Abílio, mestiço, sapateiro, e da quituteira Merença (Emerenciana). Estudou até completar um ano de desenho no Liceu de Artes e Ofício. A partir de então, começa a escrever.

[ http://www.youtube.com/watch?v=L8YmtGkX5LE ] Vejam !!!

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sábado, 12 de setembro de 2009

Alexandre e a virtude - Alexandre o Grande.


O que era a virtude para a Antiga Grécia?

A virtude, para os gregos,era o bem mais precioso que um indivíduo podia ter. Era ela quem dava estrutura para a vida em comunidade.
Para o povo grego, virtuoso seria o ser que compreende a moralidade como uma conduta a seguir e age em conformidade com a razão, sendo capaz de dominar os impulsos e os apetites dos desejos, que conduz sua alma em conformidade com a ordem do universo.


Como era visto a homosexualidade na Antiga Grécia?

Sobre isto há mitos e verdades. Mais do que qualquer outra civilização, a Grécia concedeu um lugar oficial aos amores masculinos. Essas relações se inscreviam primeiramente no quadro pedagógico e iniciático que vinculava um adolescente a um homem mais velho. Segundo Kenneth Dover (em "A Homossexualidade na Grécia Antiga, Ed. Nova Alexandria) tais relações amorosas iam além da amizade viril de companheiros de caserna ou vínculo privilegiado de ordem pedagógica, no entanto eram mais espiritual do que carnal. Particularmente creio ser imprudente reduzir a homossexualidade grega a um rito iniciático, até porque isto só aparece em algumas cidades gregas e apenas sob uma forma muito degradada ela se deixa revelar em algumas outras, além do fato de que os jovens espartanos, atenienses e outros se ofereciam a amantes durante um período mais ou menos longo de sua adolescência e de sua jovem maturidade, sem que isso fizesse parte de um rito preciso. Esses jovens não são solicitados por um único homem, mas por vários, se sua beleza chama a atenção: o célebre amante de Sócrates, Alcibíades, muito forte e muito belo, pertencente a uma família de prestígio conta com numerosos "erastes".. Entretanto as práticas homossexuais fazem parte dos seus comportamentos sociais habituais e não se limitam aos ritos iniciáticos do fim da adolescência.

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

''A Peste Negra na Europa Medieval". (Texto, Perguntas do Professor e Respostas.)


RESUMO RÁPIDO DO QUE SE TRATAVA A PESTE NEGRA:

Peste negra
é a designação por que ficou conhecida, durante a Idade Média, a peste bubónica (português europeu) ou bubônica (português brasileiro), pandemia que assolou a Europa durante o século XIV e dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas[1][2], sendo que alguns pesquisadores acreditam que o número mais próximo da realidade é de 75 milhões [3] , um terço da população da época. A doença é causada pela bactéria Yersinia pestis[4], transmitida ao ser humano através das pulgas dos ratos-pretos (Rattus rattus) ou outros roedores. Os surtos de peste bubónica têm origem em determinados focos geográficos onde a bactéria permanece de forma endémica, como no sopé dos Himalaias e na região dos Grandes Lagos Africanos. As restantes populações de roedores infectados hoje existentes terão sido apenas contaminadas em períodos históricos.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Peste_negra

PERGUNTAS DO PROFESSOR:

1ª) Quais eram os sintomas da Peste Negra?

Os primeiros sintomas eram dores de cabeça muito fortes, arrepios e vómitos. A cara adquiria uma expressão especial, devido ao olhar brilhante provocado por febres altíssimas. A língua cobria-se de uma camada de sarro amarelo e o doente tinha muita sede. Os bubões só apareciam ao terceiro dia.
Quando a peste assumia a “forma pulmonar”, ou seja, quando os pulmões eram atacados, o doente tinha tosse, cuspia sangue e não havia hipótese nenhuma de se salvar. Morria em poucos dias e o mais certo era ter pegado a doença a todas as pessoas com quem tivera contacto.
Além dessa forma, havia ainda a “forma septicemia”, que era quando as bactérias invadiam rapidamente a corrente sanguínea. Nestes casos, o doente sentia os primeiros sintomas de peste, e morria poucas horas depois

2ª) De que forma se dava o contágio da doença?

A doença transmite-se pela mordedura das pulgas e o nome da peste negra justifica-se porque à volta das mordeduras alastrava uma mancha negra, que hoje se sabe que é grangrena.

3ª) Se fosse hoje, como se chamaria esta doença?

Leptospirose Negra.

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